9 de outubro de 2011

18


Sinto-me diferente com 18 anos.

Passei o meu dia em praxes, cheguei a casa com o cabelo cheio de ovos, farinha e ketchup. Sem voz, com dores no corpo, jantar. E passei o fim-de-semana em Évora, a aprender truques de magia e limpar frigoríficos.

Sinto-me calma, segura. Vai correr tudo bem: o meu desejo de aniversário está a realizar-se!


6 de outubro de 2011

olhos no chão, caloiros!

«Ah, em Alcoitão não há praxes, o director proibiu este ano...»


Besta nãoseiquantas, tais dentes, do curral de sítio, acasalada/não acasalada.
Pinturas corporais, "unhas".

Caloira mistério, a voz tem uma missão para si. Engraçado, que eu era a única moça que não fazia a mínima disto:

Entra no écran.
Os teus segredos, pela noite dentro.
Eu quero ver-te no meu écran.
Na Casa dos Segredoooos.


Mousse de chocolate, pouca pontaria de um rapaz lindo que eu tenho a certeza que é gay, ou talvez seja trauma. Músicas, gritos, filinha pirilau, quáquá pum, jogo das cadeiras, coisas engraçadas.

Nós somos cinco putas, cinco prostitutas deste cabaré olé olé!


Típico. Amanhã há mais e melhor.

5 de outubro de 2011

e acabou-se a boa vida...





Hoje, foi bom reencontrar as pessoas que me fazem lembrar isto, numa capital europeia perto de mim.
Gatos, rrrau




Lisboa tem o seu encanto, mas os Alpes...



Amanhã. Primeiro dia do resto da minha vida, ai. Até levo almoço :)

Uma música na minha mente:

3 de outubro de 2011



Certas músicas lembram-me de ti. Músicas que não são especiais, não gosto, mas de algum modo fazem-me ter saudades. Não de ti, do que sentia. Quero.

Já passa.

2 de outubro de 2011

moulin rouge




His eyes upon your face
His hand upon your hand
His lips caress your skin
It's more than I can stand


Why does my heart cry?
Feelings I can't fight
You're free to leave me, just don't decieve me
And please believe me when I say I love you

the boy in the striped pyjamas

1 de outubro de 2011

reencontro

Muita gente, caras novas. E no meio dos olhares diferentes, os antigos, cúmplices. Quando me cruzava com aquelas pessoas, percebia as saudades que sentia de estar ali com elas.

As saudades que sentia daquela energia, de um timbre completamente diferente. Ao início é estranho, mas é exactamente: primeiro estranha-se, depois entranha-se. Torna-se uma parte do nosso ser, com a qual é sempre saboroso reencontrarmo-nos. Como um voltar a casa, lar doce lar, a nossa cama, podermos andar sem soutien e sem vergonha. Respirar. Liberdade. Pertencer.

Hoje senti que pertencia ali. Não senti ansiedade. Olhei para o lado e vi gente nova "fora de si". Adorei. Deitada no chão de madeira, ofegante, olhos fechados, tensão nos músculos, inspiração a quatro tempos, expiração com som, espreguiçar à gato, roda.

Soube tão bem :)
Prometo a mim mesma que este mês (ou no próximo, vá) vou passar um fim-de-semana a Évora!


Uma música na minha mente:





Para finalizar, não me importo minimamente de ter comprado um chocolate para beber um copo de água, nem de ter perdido um comboio de propósito e um comboio sem querer. Cresci mais numa hora do que em semanas da minha existência. Percebi-te/me. Obrigada pela partilha.

Previsível não é a palavra.