30 de outubro de 2011

my sister's keeper

the uninvited


Hoje tivemos mais uma hora. E eu em vez de estudar Anatomia andei a ver dramas e thrillers, e até as Notícias! Descobri então que amanhã a população mundial ascenderá a 7 biliões de pessoas. Na sequência desta descoberta, encontrei um site muito fixe que me disse: You were the 5,577,151,328th person in the world! (http://www.bbc.co.uk/news/world-15391515)

E é realmente parvo como estas coisas me deixam feliz, do género: faço parte de um acontecimento histórico, weee :3

24 de outubro de 2011

Hoje descobri que as pessoas da minha turma são quase todas mentalmente saudáveis. E isso preocupou-me.
Já não falava com a minha avó há uns três anos. Mas gosto dela, preciso dela e não quero que ela morra.

Tudo isto está relacionado com as 4 horas mais secantes da minha vida. O que ficou:
a doença se perpetue genética de esquizofrenia na família  não há uma única causa que provoque a doença mental não vive na rua por acaso sofrimento psicológico hum? biopsicossocial questionar a autoridade é gato suicídio na linha do comboio chips delírios droga droga droga comunidade aura 18h45 


somos todos doentes mentais
a mente consumida, por excesso
de informação, de emoção, pressão
a mente 
entupida 
de nada,
deeeeeeeeeee repetição
erro.


De facto, "vamos todos sair dali sem saúde mental". Nota-se.


Uma música na minha mente:

23 de outubro de 2011

desenvolvimento pessoal I


O gato. Como um peluche, pequeno, deitado no meio da estrada de olhos vidrados. Frio. Ia-lhe pegar, mas não fiz nada, como é que é possível, deixei-o ali morto no meio da estrada, para ser atropelado outra vez. 
Ou para ser visto por uma criança que vai ter pesadelos à noite.
Não fiz nada porque sou influenciável. E tive medo, outra vez. 

A energia mudou com aquele grupo de pessoas especiais. Energia criativa e etérea, a melodia no corpo. Um grupo pequeno, ao qual não pertenço, mas isso não me deixa triste. Sei que pertenço a cada uma daquelas pessoas, de formas diferentes, com experiências diferentes. 


Mas de facto, há coisas que me entristecem.
A indiferença, principalmente a minha.
A consciência, só a minha.
A possibilidade do fracasso. 
A palavra "família".

E às vezes gostava de não ser tão estranha, ou de perceber porque o sou. Mas isso é peanuts.

19 de outubro de 2011

unidade

Agora em retrospectiva, percebo isto cada vez melhor.


Ainda bem que choveu. Trovejou e demos as mãos. As colunas ficaram mudas, a imagem desapareceu. Milhões em silêncio, e chovia.

Parou.
Ainda bem pela lama.
Ainda bem pelo espaço.
Ainda bem pelo frio. 
Ainda bem pelas sirenes pontuais em pano de fundo...

Permanecemos unidos, para além de tudo. Para além da dor.

Chamem-nos loucos. 
Simplesmente, a nossa tempestade não é essa. Mas a resposta é a mesma.

16 de outubro de 2011

O que é que eu fiz

para merecer as melhores amigas do mundo?
Não sei, mas funcionou :)


na minha mente às 4

Acho que tenho potencial para jogar no Casino. Se aprender a parar quando estou a ganhar.

Mais importante: eu posso ter que fazer trinta por uma linha para ir, mas não quero que me pagues o jantar dos teus anos. Sei que é por amor, e porque és das melhores pessoas do (meu) mundo. Mas faz-me sentir mesmo mal. Tipo, pena.

15 de outubro de 2011

têtêtêtêóóó


E é então que sou oficialmente CALOIRA! *.*




É uma boa sensação.

Mas o que eu gostava mesmo era de ser capaz de ser frontal com as pessoas. É que facilitava... Eu gosto que sejam frontais comigo, que me digam o que faço de mal. Ajudam-me a crescer.

E eu quero ser frontal com vocês, dizer que me irritam. Como me disseram a mim, e era tal e qual.